Arquivo do dia: 18 de julho de 2012

PROMETHEUS.

Prometheusram-me o retorno de Ridler Scott em uma película ateísta sci-fi sobre a origem da humanidade e, de quebra, das armas mais letais da história do cinema: Os Aliens.

A origem do famoso monstro babão vinílico dos cinemas pode ser resumida a uma simples fórmula:

Anabolizante alienígena da morte + Macho da espécie humana /Fêmea da espécie humana = Lula Gigante / Engenheiros divinos = Aliens. Simples!

Até chegarmos a esta conclusão somos arrastados até os últimos segundos da película, em uma cena que parece ter sido colocada ali para evitar a grande decepção.

Já o retorno de Scott a ficção científica: Temos um pouco do terror psicológico e aquela batalha sobre ciência e fé, mulheres em perigo, gosmas, sangues e aliens com explícitas conotações sexuais. Mas nenhum desses elementos atingem o ápice dos momentos mais memoráveis do diretor.

Sobre a ficção científica: Este tipo de público é o mais chato e difícil de se agradar. Os cientistas do filme cometem erros de procedimento técnicos amadores, daqueles que nem calouro em patologia clínica cometeria. E a massa de roteiro é tão focada em argumentos e na proposta do debate que sua gravidade geram os maiores buraco negros do gênero.

COMO CONCERTAR: ( Vou começar a colocar propostas para concertarem estas merdas….o que acham?)
Para se resolver isso, deveríamos primeiro considerar que a última cena esta deslocada no tempo e logo depois do seu nascimento,o primeiro 
Alien vai atrás da sua “Avó”. Dentro da segunda nave alienígena, mesmo com os planos e ir para o planeta dos criadores, a protagonista monta o robo, para auxilia-la a pilotar a nave, que se livra dela e coloca a nave em curso de volta para a terra. Então o Alien, para vingar sua Avó acaba com o robo, deixando a nave em deriva no espaço, para ser encontrada no filme Alien um. Será que farão mais dois filmes para chegar nesse ponto?

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