Arquivo do mês: agosto 2013

Putz´n Grilla…Para o NOVO LOBO da DC.

O novo Lobo

Para deixar claro!

Com certeza a DC já percebeu a essa altura que esse “lobo da nova geração”, mais sociável e com apelo ao público de Crepúsculo, será mais um tremendo tiro no pé. Então não duvido muito que estejam criando, agora mesmo, uma porta de saída, onde: Depois do verdadeiro Lobo aparecer para reclamar seu nome do impostor que conhecemos como…O Lobo… é encontrado brutalmente assassinado por outro Lobo, esse o verdadeiro, caçando uma cópia  generalizada ( clone, filho…ou um ser de outra realidade) que tentou usurpar seu nome de outra cópia…não tão generalizada.

É a cara do Lobo, ou das histórias do Deadpool. Então não fiquem surpresos se acontecer algo assim.

#salvebisley SEMPRE.


Putz´n Grilla: Dupla de dois ilustradores do Jornal O Tempo….

Helcir

 

O Tigre e o Dragão


Putz´n Grilla: Superman MATOU, E DAÍ?

Superman-page-sideD@ne-se o Rotten”feito por fãs” Tomatoes e as críticas generalizadas: Seja pela história, seja pelos efeitos, seja pela trilha sonora ou pela porradaria! Man of Steel é Ph@#@ e certamente um filme que você irá querer na sua prateleira!

Assim como Batman Begins, que começou com uma bilheteria modesta e na sequência fez uma das maiores bilheterias de todos os tempos (além de alcançar um bilhão de doletas sem os tickets 3D) a nova franquia do Superman tem tudo para fazer o mesmo. Principalmente com o recente anúncio da participação do Batman. Com uma encarnação de Lex, quem sabe…ou o Apocalipse.De qualquer forma, o primeiro filme vem para responder todas as perguntas que manteve o personagem “no chão” até hoje:

Como  Superman voa? Projetando sua força gravitacional para a direção que deseja.

Qual o limite da sua força? Não existe.

Se tivesse que escolher entre Kal-el e Clark Kent, quem ele escolheria?
Clark Kent, Kripton teve sua chance.

Ele seria, em uma situação extrema, capaz de matar? Sim.

Como ele faz a barba? Não sei.

Segundo um atoa da Watson Technical Consulting  o dano colateral da batalha matou, supostamente, mais de 129.000 pessoas no filme, e outras 250.000 ficariam “desaparecidas”. Ainda bem que são pessoas fictícias de cidades fictícias,penso…onde estava todo esse “mimimi” quando mataram quase 2 bilhões no oscarizado Independence Day? O Loki saiu por aí matando 80 pessoas durante dois dias enquanto os heróis discutiam em como formar seu timéco em Avengers…e ninguém chorou tanto assim. Por que?

A questão é o que se espera de um filme do Superman, e se você ainda espera que o Super impeça planetas de se colidirem e ainda salve gatinhos do topo da arvore por aí, então você terá o mesmo choque que muitos outros. Nesse ponto o filme teve as “pedras” necessárias para colocar o personagem em uma posição extremamente relevante. Para tanto, é preciso traduzir qual a nossa visão do herói HOJE. Já sabemos que para testar o caráter de um homem basta dar-lhe poder (Lincoln), então vejamos:

Thor, quando lhe é atribuído os poderes do Mjolnir, promove guerras entre os nove mundos. Capitão América faz valer o peso do exército americano. Homem de Ferro tenta “privatizar” a paz mundial…e o Hulk…esmaga. Se for levar pelo lado dos heróis modernos apresentados no cinema: Todos os heróis são egoístas, em primeira instância (salvo o Spiderman) e por mais que possa parecer legal impor sua opinião pela força…no maior estilo MASSA VÉIO…não é. Agora temos o Superman com a missão de ser o herói da audiência “Massaveística” contemporânea e a inda tentar agradar os fãs de longa data (como eu e alguns outros que vivem resmungando). Só que para esse velho aqui, pegou muito bem! Sou um velho “MASSA VÉIO” pode-se dizer…(nem sou tão véio assim…)

No mesmo filme, Superman voa contra uma correnteza gravitacional equivalente ao peso da terra, escapa do empuxo de um buraco negro, só para começar: Atualmente ele é o Poder encarnado, capaz de promover um Big-Bang, uma nova realidade, com as próprias mãos. Sendo assim, o que ele decide fazer com esse poder se torna o tema principal desse filme. E Clark, desde cedo, escolhe ser um herói. Não seguindo a linha do “último desejo de seus pais” nem por honra, mas pelos seus atos e por vontade própria. A educação dos Kent faz pouca diferença uma vez que Jonathan e Martha Kent questionam Clark durante seu crescimento, permitindo que ele faça suas escolhas: Independente se ela for boa ou ruim, mudará o mundo.

Kal-El se torna um “Obi-Wan”, um fantasma que orienta Clark quanto a dimensão das suas dadivas e da natureza de seus poderes. Uma vez feito isso, cabe ao personagem ser ou não uma ponte entre os dois povos. A escolha é toda dele. Lois aparece como uma porta voz e Zod vem para forçar que essa escolha seja feita, tirando Superman do comodismo de procrastinar a resposta. Perry White, e Olsen estão lá para apresentar a perspectiva da raça humana, além de aumentar a sensação de urgência e aflição de uma invasão Kriptoniana…evitando o efeito “Avengers”…assim como Hardy, Swanwick Hamilton como a percepção científica e militar da coisa toda. Esses últimos pouco desenvolvidos…mas como introdução,esta valendo. No segundo filme, com maior foco em Clark, com certeza eles terão um tempo maior espaço, ou não.

Logo de cara, depois de assistirmos ao nascimento de Kal El, somos apresentados a uma Krypton cheia de vida e conflitos! Sim, precisamos saber mais de Kripton! Muito diferente daquela estéril dos filmes clássicos. Nessa Krypton, podemos imaginar uma flora, fauna…um Apocalipse aqui não seria algo estranho (exportado em uma daquelas barcas, talvez). Toda a questão do Codex e da pré-disposição genética e a organização dos membros de Krypton existe por dois motivos:
Primeiro: Tornar o Superman algo especial entre os Kriptonianos, como “genéticamente” o último filho de Krypton quando não será o único Kriptoniano voando pelos céus dessa nova franquia. Segundo: tornar seu impasse com ZOD algo mais que apenas um debate ideológico: Zod não vai parar, ele não pode, nasceu para ser um general que não se importaria em realizar genocídio se isso fosse necessário para restabelecer sua raça sobre os ossos moídos da humanidade. Uma Krypton por Zod não seria diferente de uma ditadura escravocrata. Sem liberdade. Sem escolhas. Isso não seria nem de perto bom para nova Krypton, quanto menos para a humanidade. Mas era um Superman antagônico mentalmente convencido de suas funções  geneticamente programadas, com fé em sua cultura e seu povo (chega até ser lindo), quando do outro lado nosso Superman, disposto a defender a vida no planeta que adotou ( Sim, e não o contrário…). Não existe esperança para ZOD. SNAP! ( na minha sessão…a reação foi de sonoros “NUSSA”,”ISSO!!”…de aprovação do público!)

As semelhanças com o primeiro filme da nova triologia do morcego se encontra também na montagem da direção: Alternâncias entre presente e passado, de maneira que um complemente o outro, simulando o efeito elástico dos filmes de Nolan. Mas é Snyder que esta no comando e o efeito não é exatamente o mesmo. Snyder é espetacular com a câmera e com efeitos visuais, exatamente o que um filme da DC comics precisava: Apelação! E é nesse ponto que o filme esta sendo extremamente criticado, mas, enfim, uma nova franquia, uma nova possibilidade…e uma esperança para o tão aguardado e temido filme da Liga da Justiça. Quanto a interação Batman/ Superman: Depois do que ocorreu em Man of Steel fica fácil imaginar Batman criando o Brother Eye, que por um tempo foi considerado como principal plot do filme da Liga.  E um superman pronto para os novos tempos.

Agora: O posicionamento “em cima do muro” que tem sido tão depreciativo para a percepção do personagem, muitas vezes considerado “bundão”, ingênuo e inadequado para os tempos modernos. Isso era o estado de inércia que precisava mudar a tempos. Tudo se resume na pergunta: Se o superman fosse levado a uma situação extrema, ele seria capaz de matar?

Não existe muitas saídas para o embate final: Tampar os olhos de ZOD? Não…ele não tem controle da visão de calor, mas tem o poder capaz de liquefazer as mãos do super e matar a família na corrente da rajada. Muitas famílias morrem na destruição do filme…mas aquela o Super poderia evitar. Foçar a cabeça do Zod para outro lado…ele poder reagir….Voar com Zod dali…as forças são iguais…e Zod tem treinamento militar…enfim (e não, aquilo não era um mata leão, eu sou lutador, aquilo era alguma coisa esquisita…mal encaixada e completamente amadora…) Super pegou a chance que teve…e ele ainda não sabe, mas nós sabemos:  Kriptonianos banhados pelo sol amarelo não morrem de “pescoço quebrado”. Então, na sequência, se Zod aparecer em um laboratório da S.T.A.R.S, sob controle, vivo..esperando uma nova chance…todo esse tempo que ficaram chorando a morte dele terá ido para o ralo. ( HA,HA)

O verdadeiro problema: Filmes da Marvel são um sucesso de público, não importa o quanto ruins sejam…e os da DC já começam  desacreditados…desde Lanterna verde (pelo menos para crítica generalizada isso é um status quo). Então, o que acontece se a DC começar a jogar o jogo da Marvel?   Aquela velha história que um antigo editor da DC já contou: “Ficam jogando pedras nas nossas janelas e nos chamando para brincar na rua…e quando saímos, vão todos correndo para casa da mãe se borrando de medo”…

Superman-stripe

Muitos procuram uma critica de filme para saber se gastam seu dinheiro e perdem seu tempo assistindo…e com a internet qualquer um se torna crítico, e a procura de aprovação, esses aspirantes “vão na onda”…e acabam “engrossando o coro” errado muitas vezes. Colaborando para uma sessão cheia de preconceitos e menos apreciativa. Se feito corretamente, cada crítica deveria apresentar um olhar diferente e particular, pois é assim que percebemos. Então, antes de embarcar na crítica da “MDModinha” ou “CBModinha” façam bom uso do pouco que resta da sua autonomia: Assistam o filme e compartilhem da experiência.

Sempre!


Putz´n Grilla: Já deu saudades

Entendam:

Parafraseando uma amiga minha jornalista: ” Me sinto meio monotemático…” E isso deve durar o ano todo. Não é pelo título, é pela conquista. É pela a forma como foi. Homens, mulheres, crianças e velhos chorando com fé pelo mesmo ideal…coisas que só o esporte pode fornecer nos dias de hoje

Vou em conter e deixar as palavras para quem entende da matéria: Me atenho as imagens. E aqui esta um dos últimos trabalhos para o jornal O Tempo. Com os inspiradíssimos textos de Cristina Moreno de Castro (feito no pós jogo), no esteticamente primordial site de Nando Carvalho, publicados no jornal O Tempo: Aquele que dá um banho na concorrência….epicamente ilustrados por esse que compartilha contigo tal notícia. Não percam mais tempo e escolha seu favorito!

AQUI ESTA o site: Clique na sessão Wallpapers e escolha seu favorito.

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