Arquivo da categoria: Acir Galvão

PUTZ´n Grilla>: Hoje tem jogo, Seleção!

Jo-2013

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Putz´n Grilla! Batrman: The Darknight Rise

As primeiras linhas do diretor Christopher Nolan sobre este terceiro filme foi algo como “…provavelmente não haverá um terceiro filme…” ou “…só faremos o filme se ele for extremamente relevante….se tivermos uma boa história para contar”. Para Nolan, o que importa é a história e, em suas palavras, “Filmes devem se esforçar para defender a visão criativa, acima da instituição do próprio personagem.” O que significa que a visão do autor deve prevalecer sempre.

Ele deixou claro que sua história era sobre Bruce Wayne: No primeiro filme ele exterioriza um monstro por meio da combinação de teatralidade, obsessão e apuro técnico no combate ao crime (o Batman) para levar sua vingança aos criminosos de Gotham. No segundo, sua vida e as pessoas que o cercam são consumidas no caótico vácuo sombrio gerado pela criatura das trevas. No inevitável terceiro capítulo, a história que Nolan procurava era sobre a redenção de Bruce. Mas, se não consegue dizer “não” aos milhões depositado em sua conta bancária, então, como contá-la?

A resposta estava em um livro sugerido pelo seu irmão e parceiro nessa empreitada que, com o suporte de décadas de quadrinhos, faz até muito sentido: O vácuo citado acima consumiria toda sua amada cidade e viria na presença da enorme criatura ameaçadora chamada BANE. Teremos os embates icônicos dos quadrinhos para os fãs! Teremos Gotham tomada por criminosos, novos Bat-acessórios, Bat-veículos e, se tudo isso não for garantia suficiente de sucesso, teremos  a morte da versão cinematográfica de um dos maiores ícones pop do século XX. Todos os elementos no lugar para uma obra prima que, nas mãos competentes, seria impossível de ser ignorada pelos velhos ranzinzas da academia. Com direito a sucesso de bilheteria, pipoca e tudo mais.

A única questão agora era se Nolan seria capaz de superar suas duas maiores e mais recentes obras: A origem e o irresistível Batman The Dark knight. E ele conseguiu! Produziu uma versão do filme de quase quatro horas onde pôde expressar todo seu talento, com direito a dois finais diferentes, que foi exibido para pouquíssimas e seletas pessoas da indústria que saíram chorando da sala de exibição, emocionadas com mais uma obra prima, que dificilmente chegará aos olhos do grande público: Pessoas simples como eu e você. Porque? É INVIÁVEL. Então,acredito, ele teve que fazer uma versão mais industrializada de sua obra prima….e aí meus amigos, enfim chegamos ao resultado nos cinemas.

Claro, confiamos no talento de Nolan, e sua capacidade de edição multifocal que mantem a atenção do expectador pulando entre as diversas linhas narrativas de seu enredo em um envolvente crescendo, como fez nos últimos dois filmes. mas não é o que acontece aqui.

Ainda no primeiro ato, a impactante introdução de Bane, Selina, Blake, Gordon,um pouco de Miranda,  Alfred, cenário de Gotham e nova realidade de Bruce Wayne…para o então retorno do Batman. (1/4 da história, 50 minutos de filme). Daqui o que se destaca é a magnífica interpretação de Anne Hathaway na pele da insanamente adaptável Selina Kyle, e Michael Caine com seu Alfred e suas sensibilizantes e infrutíferas tentativas de fazer Bruce desistir de retornar ao manto.

Quando estamos preparados para o melhor, Batman e Bane , um combate seco, com uma plasticidade áspera, onde o personagem principal é desconstruído a base de socos e palavras proferidas a baforadas (que ganha, por alguns momentos, a voz de Liam Neeson)…enfim Bane quebra o morcego e o manda para o fundo do poço. Então Gotham é tomada de assalto, e, na expectativa de uma riqueza dramática inerente a situação proposta, combinada ao terror psicológico que só Nolan sabe entregar: Tenho alternâncias entre as explicações de Bane e a ilustrações de seus atos em “flashfowards” (técnica utilizada também para censurar em cortes rápidos a “brutalidade” de Bane, Ò.Ó). A economia do tempo feita aqui é para aplicá-lo em Bruce (é uma história dele, lembra?) e sua desesperada (segunda) ascensão,uma narrativa muito rica nesta parte, juntamente com a revelação da origem de Talia Al Ghul (melhor que os comics). Ah, claro, esse tempo “economizado” também serve para as sequências de ação…tem muitas, mas com um Nolan apressado e não tão inspirado, praticamente trabalhando por trabalhar, nenhuma delas atinge seu verdadeiro potencial como a simplicidade de um caminhão sendo capotado por uma moto, ou de um carro pulando telhados e quebrando muros.

Chegando ao clima, o “Dispositivo de liberação de Gotham” serve como saída fácil para diversas questões. Sem grandes e imprevisíveis viradas, como os dois últimos filmes. Sem aqueles delírios que quebram a realidade fria proposta por Nolan (como Bat-demônios, cavalos cuspindo fogo ou personagens com metade da cara queimada) e sem finais abertos a interpretações, uma marca do diretor, este último filme não se sustenta sozinho pela pressa, pela falta de criatividade e pelas necessidades mercadológicas impostas ao diretor.

O talento de Anne Hathaway fica para as primeiras cenas, sem tempo de desenvolver uma química com Wayne que justifique aquele final. O desperdício de Michael Caine ,com o sumiço de Alfred ainda na primeira parte, é lamentável. A herança do policial Blake é um tanto forçada, uma vez que não houve tempo para se construir uma confiança entre ele e Bruce, muito menos um treinamento ( Ah…qualquer um pode ser o Batman, mesmo sem alguns bilhões de dólares e décadas de treinamento). Bane esta enorme e intimidador, mas sua brutalidade passa desapercebida ( exceto no combate contra o Batman) devido ao vício dos cortes secos anticlimáticos e pela limitação de sangue imposta na classificação do filme.

Fica nítido em todo processo e em seu resultado que diversos momentos  inspirados pelo talento de Nolan ficou no chão da sala de edição: E que nenhum dinheiro do mundo paga a VONTADE de fazer aquilo que você faria de graça, por puro prazer. No entanto, tratem estas observações como a de uma mente exigente: Esse filme só não é o pior dos três porque  cumpre o sua função de concluir a melhor trilogia de um filme de quadrinhos, e uma das melhores trilogias da história do cinema (segundo os entendidos), e por isso o Batman de Nolan merece todos os elogios que esta recebendo pelo conjunto da obra.

Nolan nos entrega um final incomum para um drama que todos acompanhávamos: Um final feliz para Bruce (ninguém esperava que seu  drama iria acabar bem), que exorciza seu demônio interior através do inferno que passou pelos três filmes, canalizando a vontade de viver e passando a tocha para o Fanboy, único romântico o suficiente para comprar a idéia de que qualquer um pode ser o Batman. Isso satisfaz o público, que acaba aplaudindo de pé, fecha o círculo dos três filmes e ainda mantém o Batman como….bem “O Batman” ( Bom demais para morrer…).

Selina encontra uma nova vida e uma nova vítima (quem diria). O governo americano deve restabelecer a ordem de Gotham e cuidar de milhares de presos soltos por Bane. Os mais notáveis devem controlar o crime organizado na cidade: uma onda de Meta-criminosos,talvez. Aberrações criadas pela radiação da bomba que explodiu na mar (Killer Crock, Clayface, Mr. Freeze e outros).

Tudo isso aberto à um novo diretor, que, segundo Nolan, deveria colocar sua visão “acima da instituição do próprio personagem.” e deixar qualquer infelicidade que possa surgir disso na conta do Robin.

Tudo que a Warner Brothers queria ($$$).


PUTZ´n GRILLA: Enfim…The Avengers.

Este texto foi escrito na madrugada de quinta para sexta, porém, em respeito a diversos amigos que tenho, que esperaram praticamente a vida inteira por este filme e tem uma certa consideração por minha pessoa também, deixo para postar isso depois do fim de semana, pois ninguém que esteja na expectativa por este filme por cinco, dez ou mais de trinta anos vai ter a frieza de analisar e absolver aquilo da maneira que se deve. Como um espectador esperando pela mágica ” Queremos apenas ser enganados…” e que tragam a diversão  o quanto antes! Desde já, posso afirmar que  The Avengers demora demais a entregar o que queremos…mas entrega.

Thor: “Foi aprendido, no meu primeiro filme,  que se conseguir reduzir seres humanos a uma poça insignificante de sangue e lama, me manterei digno do Mjölnir. Sendo assim, se queres que abaixe meu martelo será, com todo o poder de Thor, na sua cabeça! E se acha que este escudo poderá me deter…”

Capitão: “Oh, cara…Meu tom de comando parece tão inadequado para estes tempos. Mas ele não esta me atacando por mal, ele é um Deus bom! Ele sabe que meu escudo é indestrutível….não sabe?”

Na tentativa de estabelecer um panorama ao eventual expectador, o filme se arrasta por toda primeira parte em um jogo de gato e rato com o cubo de Tesseract e sequências de ação dígnias de G.I Joe (teleporte de globo ocular???). Com exceção de Hawkeye  não existe a necessidade de introduzir cada um dos personagens,  porém, demora muito tempo para tudo se alinhar, o que leva o expectador a secar seu refrigerante na expectativa daquilo que será a maior ópera nerdísticas das últimas décadas. Se não fosse isso, o filme seria menor e muito menos lucrativo.

Neste meio tempo de quase uma hora, temos a re-introdução de Steve Rogers, em uma tentativa frustrada de deter Loki até a entrada espetacular do Ironman, seguido do Thor (que protagonizam uma pancadaria desnecessária) Pronto! Loki se deixa capturar, todos os elementos estão no luga e, enfim…a maneira como Loki destila seu veneno entre os outros, depositando cada palavra como se fosse uma gota de veneno, foi muito bem feita, e o momento generalizado de discordância culminando na aparição do Hulk nos dá , o início do show que se espera de Avengers.

Daí para frente, o filme tinha tudo para ser “o filme de quadrinhos para acabar com todos os filmes de quadrinhos” se não parecesse uma enorme apresentação de video game, só que sem toda a diversão do Gameplay. Ironman consertando o porta aviões da Shield com a ajuda do Capitão é pracitamente um CO-OPS digno de Resident Evil, porém assistido, não jogado. Temos também o First Person shooter/ space invader do Ironman (em tomadas que lembram muito Bayoneta) e uma briga entre Thor, Capitão e Ironman, cujo os argumentos são dignos do mais novo Mortal Kombat 9. Talvez tenha sido a tentativa de vender o game do filme, que não vai acontecer, ou Joss Whedon e sua equipe são mais nerds do que pensávamos.

Talvez a indústria de games tenham se aproximado mais ainda do storyteller cinematográfico e se afastado tanto das logísticas que fazem um bom jogo, ou  raleado tanto seus roteiros a ponto de parecem escritos para os games sem storyteller apurado justamente porque são feitos para serem jogados (não aqueles complexos, como Metal Gear Solid ou Uncharted, por exemplo). Em certos momentos caras como eu vão sentir falta do controle na mão, o que não colabora para a imersão e vc acaba dormindo(como aconteceu com um amigo meu que esperou por este filme desde moleque e acabou cochilando).Acho que foi daí tiraram a declaração da “falta de cinematografia”… vai saber. Mas para  geração Playstation  e a galerinha do joguinho do Facebook: Pode até funcionar.

Existem algumas complicações de roteiro, outras esticadas desnecessárias com já citei aqui, uma piadinha aqui, uma gag ali ( “tom” marvel: O que não é nada mal) .. e (BUM!)…um exército alienígena surge de um tubo de explosão  do nada para nosso heróis sentarem a porrada e darem início aos melhores momentos do filme, com destaque de LONGE para o Hulk: Finalmente pegaram o espírito do personagem e apesar de não ve-lo funcionar bem longe dos outros, este esprito “trolador” merece um filme solo.

Dos demais Tony Stark é o mesmo dos filmes, o que é muito bom( Assistir sua interação com Banner e Rogers é como acompanhar a discussão de velhos amigos no bar, o que é muito bom)! Capitão América, Hill, Nick Fury e Phill são praticamente os mesmos personagem. A preocupação em não deixar a Viúva Negra desnecessária no filme foi tanta, que ela é melhor que o Capitão America em DIVERSOS PONTOS (hummm..verdade!). Thor termina com brincadeiras, lava as roupas sujas e fecha o bar ( Extremamente pontual) e Loki é, de longe, o melhor personagem do filme (ao lado do Hulk) . Tiveram que “segurar as pontas” para não virar um filme do Thor.

No final das contas, o que eles fizeram com maestria foi manter o filme com foco igual em seis personagens e a interação deles como rivais e, posteriormente um grupo organizado,é magnífica. A ação em take único deles todos agindo contra o exército de Loki, para mim, foi a melhor sequência que já vi.  Mas tem seus defeitos, e esta ondinha que estão fazendo não me pegou: Eu não daria um 10 para avangers, não é perfeito, mas completamente passível de um 8…isso tá bom DEMAIS!

Fenomenal mesmo foi a marvel ter se preparado, organizado e lançado um filme dos vingadores. O feito de multi-franquias e a estratégia de quase 6 anos, para culminar em avangers…merece MESMO todos os aplausos. Isso deve ser brindado, comemorado…mas não copiado pela DC: Acho que a Liga da Justiça teria que ter uma abordagem mais direta, justamente por serem os heróis mais reconhecidos do planeta (tem gente me perguntando se tem o Flash e o Superman. Respondo que “Não, só tem o hulk..” e eles “Ahnnnn”.)

Pelo seu tamanho, tempo e tudo que representa, THE AVENGERS acabou sendo o filme do qual todos tem medo de falar dos seus defeitos (como fariam com qualquer outra produção) justamente pela ambição generalizada, carinho, amor aos personagens, e até um pouco de receio de que a indústria de uma retraída nos investimentos do gênero (ou do crítico ser completamente esmagado pela fúria nerdística do público) caso seja recebido negativamente. Não irá, o filme já é um sucesso.  Se não forem sinceros, para que a crítica? Podem acabar fazendo de  Avangers uma gigantesca pílula de farinha.

Enfim, assistam! Mas assistam em IMAX ( o 3d é míope)! E já tenho um espaço reservado para um belo disco azul na minha estante, logo abaixo do X-men: First Class, que para mim, é a melhor adaptação de quadrinhos da Marvel (pelo menos dos quadrinhos que eu gosto).


Putz´n Grilla! Esteve bom!


É Tempo de HQ: Meu filhote para o Jornal O Tempo.

ESTAMOS TRABALHANDO NA QUARTA PUBLICAÇÃO do projeto É Tempo de HQ, de minha autoria, em parceria com Helvio Avelar.  Produzido para o Jornal O Tempo, com o apoio de Michele Borges, Rose Braga e toda a equipe da editora.

O projeto É Tempo de HQ é uma iniciativa que segue o exemplo de sucess da DC comics com o US TODAY  (http://www.usatoday.com/life/books/news/2009-06-15-wednesday-comics_N.htm) que resultou no projeto de sucesso Wednesday Comics (http://en.wikipedia.org/wiki/Wednesday_Comics ). Porém,  nosso projeto consiste em publicar, inicialmente, uma página de quadrinhos por mês dentro do esquema de paginas gráficas já existente no jornal.

No modelo do Jornal O Tempo, escolheríamos inicialmente, histórias dos colunistas para serem interpretadas pelos quadrinistas da editoria de arte ( Acir Galvão e Helvio Avelar), adaptando suas narrativas em páginas de quadrinhos. Começaríamos com material já publicado para fazer os primeiros modelos, abrindo posteriormente para contos escritos exclusivamente para o formato, escritores convidados ou até mesmo um concurso para leitores terem seu conto transformado em HQ. Porém, por motivos editoriais, houve uma pequena mudança nos planos originais: Agora faremos uma abordagem livre das notícias de maior destaque do mês. O que torna o projeto mais relevante ao jornal e adiciona o elemento factual/histórico ao material, tornando-o um patrimônio dos nossos tempos e um registro de uma das diversas formas de se interpretar um fato. Porém, nada impede de abordarmos o projeto original no futuro.

O projeto É tempo de HQ  visa incentivar a prática da arte sequencial em território nacional, que é constantemente criticado como insustentável. Contraditoriamente, é seguro dizer que os melhores desenhistas do mercado são brasileiros (somos reconhecidos e premiados pelo mundo inteiro). Nosso país recebe visitas frequentes de agentes internacionais a procura de novos talentos. Acredito que, se temos a melhor mão de obra no ramo, não existe motivos para não tentarmos mudar o cenário da modalidade em território nacional.

No projeto É tempo de HQ mantemos o frescor de uma tira de jornal, porém com um maior espaço para a arte se desenvolver. Os contos começam e terminam em si. A arte seguirá o tom da história e o estilo será aquele que melhor funcionar. Se o conto original, ou a história,  já foi publicado e está ali para ser lido por qualquer pessoa, assim será com nossas paginas, cabendo aos quadrinistas e roteristas a responsabilidade sobre o teor da obra.

Este é um projeto de extremo potencial, e claro, exitem planos para sua evolução!

Artisticamente, podemos ir de Helvio Avelar, Duke e Acir Galvão ( atualmente colaboradores do jornal). Além de  apresentarmos uma modelo de parceria com escolas de arte da capital, ou uma abordagem direta aos próprios profissionais, para conseguir colaboradores com apelo comercial internacional e diversos outros artistas mineiros.

O resultado final, depois de publicada no jornal, poderá ser publicado também no portal O Tempo, ficando acessível a uma  gama maior de leitores. Quando o volume de páginas se tornar expressivo o suficiente e dependendo do sucesso do projeto, É Tempo de HQ poderá ser lançado em uma coletânea impressa. Poderemos apresenta-lo como projeto cultural, futuramente, através da lei de incentivo a cultura.

Mas claro, para tudo antes. Primeiro temos que manter a periodicidade e qualidade do material.

Até sua concretização, apresentei este projeto para o chargista Duke e para os editores do jornal O Super Notícias, mas foi graças a Michele Borges que tivemos sinal verde para apresentarmos algo novo para o jornal. Obrigado Michele. Você garantiu que o Jornal O Tempo largasse mais uma vez na frente de toda a concorrência,  apostou neste projeto e garantiu que ele acontecesse.

Obrigado também a toda equipe do jornal  por nos fornecer a matéria prima, que é seu jornalismo, e principalmente para a editoria de arte: Andrea Viana (Tuti), Denver Braga e Rose Braga por tornarem possível a realização deste trabalho.

Continuaremos dando um show na concorrência.

Eu e Helvio teremos muito trabalho para manter esta página e transforma-la parte integral do jornal. Para que possamos aumentar a periodicidade da publicação, estudaremos a  abertura de espaço para novos talentos apresentarem seus trabalhos.  Aguardem novidades!

E você! É desenhista? O que acha de ter uma página de quadrinhos publicado em um dos jornais mais vendidos da cidade? E você, leitor: E o que achou da iniciativa?

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Vejo vocês entre os quadros!

Acir Galvão Piragibe


Esmerilhando…


PUTZ GRILLA: Cruzeiro na libertadores nunca me decepciona!


Tia Fia

Bença Tia….


Ainda a procura da batida perfeita…

É pessoal, o layout esta mudado e vai continuar mudando até encontra o estado perfeito para esta “coisa”! O outro layout não visualizava meus posts antigos, e era muito bagunçado apesar de ter o “espírito” da “coisa”.

Este é legalzinho…espero não ter que mudar mais. Vamos testando…se demorar a mudar é porque já se tornou definitivo!

Agora você pode visitar as datas antigas, e ver o que já rolou!


PUTZ´n GRILLA! MANCINI MARCOU!


Mancini faz o dele, depois de mais de oito anos sem marcar com o manto do time que o revelou para o mundo.Tenho que admitir, estava esperando ele desencantar…
Sinto uma baita força nele, ele tem aquele  “espírito” do Galo forte e vingador, aquela RAÇA que fez do galo o time mais odiado do Brasil.
Que este espírito contagie todo o elenco e daqui para frente EU QUERO VER GOL!

Mancini: Toda sorte do mundo!